Queixa -se a minha caótica lira
que se acalma sem métrica ou rima
de sabores de ansiedade e ira
Tenho pela frente um trânsito louco
muito trabalho acumulado e rouco
Nada diz do que me encanta feliz
Talvez seja no fim da tarde e aos poucos
Eu tome a companhia de loucos
versos e palavras na água contente
que saliente o cheiro de mato do oriente
E encontre no meio da gente
alegria que nos espera dar abrigo
num bule antigo de água fervente
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