Quando a rima ataca as idéias no ninho
arranca da garganta a nascitura palavra
gosto algum atura o verso vizinho
não lhe posso dar versos nem asas
O céu da boca nublado e triste
sem panes que o amarguem
ventos que o adocem ou o azedem com algum sabor
levanta o dedo em riste
exige um clarear sem rancor
Quando as memórias boas se desligam
uma não se junta a outra de nenhum jeito
não conversam e nem se entumecem
não lhe posso dar versos nem casas
muito menos, meu nanquim, meu amor
Quando não me posso ver em seus olhos
e não é a minha pessoa que seu peito descreve
a parca e pouca sondagem do que sou
desperdiça o meu poema em outro lugar
não lhe posso dar versos, nem margem
muito menos, meu ninho, meu céu, minha dor
Amei!!! Simples assim!!!
ResponderExcluirObrigado pela leitura e comentário.
ResponderExcluirOlá, queira Leila
ResponderExcluirO poeta é livre para versejar quando sente o que vai colocar na tinta, caneta, forma...
Muito consciente saber que, sem ser assim, nada podemos fazer que fique fidedigno...
Bjm de paz e bem
Blog encantador,gostei do que vi e li,e desde já lhe dou os parabéns, também agradeço por partilhar o seu saber, se desejar visitar o Peregrino E Servo, ficarei também radiante
ResponderExcluire se desejar seguir faça-o de maneira que possa encontrar o seu blog, porque irei seguir também o seu blog.
Deixo os meus cumprimentos, e muita paz.
Sou António Batalha.