Minha chuva de palavras não me animou e acho que nada no mundo me animaria, mas , de alguma forma, me fez penar sem taquicardia. Ahhhh, ajudou, um pouco.
Se eu coubesse num samba , minha batucada ía bater a porta com força e se trancar num quarto . Se eu fosse de verso, eu ía punir a lua cheia , a primavera e as flores, e negaria meu olhar a elas , ficaria de costas e nem olhava para trás ou para cima Eu me umbigaria
Tirei minha decadence avec elegance do armário e chorei copiosamente .Tive pena de mim quando , num vacilo dos olhos cerrados , imaginei -me bem fora do corpo encolhido a me fitar com humanidade. Quis me consolar. Quis me abraçar .

Nossa, Leila, que dor! Deu pra visualizar direitinho através dessas palavras como você está neste momento. Espero que seja apenas a veia poética desta maravilhosa escritora que você é.
ResponderExcluirbeijos cariocas
Beth , querida, , beijocas ! continuo contando com minha chuva de palavras . Estou chuvendo também.
ExcluirLindíssima expressão dessa dor que falas...Perfeito! Acabei de colocar no lugar tua linda interação.Obrigadão! beijos,linda semana!chica
ResponderExcluirObrigada Chica . Linda semana também! colorida e inspiradora
Excluiradorei os dizeres.bjs
ResponderExcluirchique-debonita.blogspot.com
Obrigada pela leitura , bjos
ExcluirQue maravilha poder voar !!!!
ResponderExcluirSó escritoras que nem você conseguem transformar um momento de dor e tristeza em poesia, que coisa mais linda, apesar de triste, mas li no ritmo da poesia que você escreveu e que só você consegue... ;)
ResponderExcluirBeijo, beijo e abraço carinhoso, fique bem!
She
She, carinhosa você ! Obrigada , sinto o seu abraço com animação e força!
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