Um passo me ouve atento
coordena o corpo para uma dança
quanta força há de ter que não tento
no pé que não te alcança
Tudo roda
num lamento
planta o corpo todo sozinho
enquanto o outro se levanta
cala toda voz com músculos
trabalha mudo e não canta
Árduo é deixar-me sozinha sem o voo
O sonho balança
de modo circular toma a força do vento
eu invento que o meu amor te alcança
e roda na valsa que invento
tudo roda
no momento
Eu trago no peito o nosso canto
esperança e contentamento
de tudo parar de turvar

Lindo e o amor alcança, seguramente...beijos,chica
ResponderExcluire um pé alcança o outro e se equilibram numa mesma direção. Valsam e tonteiam rodando , rolando, turvando ...
ExcluirBeijocas, Chica !
Olá Leila!
ResponderExcluirVenho do blog da Rosélia, parabénes pela sua participação! Seu blog é show, adorei, bjs. Ieda.
Oi Ieda, estamos em festa com Rosélia, né? Obrigada por estar comigo . Fico feliz e o meu verso se anima
ExcluirQue essa valsa seja eternamente dançada em perfeita sintonia a dois. Lindissimo poema.
ResponderExcluirBom fim de semana
beijinhos
Maria