Eu olho para o céu
Eu durmo com o seu
redemoinho de vontades
que rodam , rodopiam
as vezes,estacionam
retrogradam
e voltam ao mesmo lugar
brincam de estar
no ponto que se quer chegar
num circuito vencível
num moinho de verdades
e de vocações que desacatam as mós
paralisam os ventos
desafiam os tormentos
e apaziguam os nós
que já estão nas suas mãos
Temos que seguir
dar acabamento, demãos
lixar as arestas e alisar a testa
franzida e surpresa
lutar contra a besta
que os sonhos adestra
em dose homeopática
de destino e certeza
humilhar a vertigem
da indócil curiosidade
que ainda espera
nova viagem
Bete Balanço me lembra a adolescência e os versos do poeta vem se encontrar com os deste belo texto poético. Um grande abraço.
ResponderExcluirAinda estou com a música na cabeça e também está essa canção ,de alguma forma, querendo dialogar com a música do Chico "até o fim".
ResponderExcluirsão verdadeiras conversas no mar aberto e alto mar do meu coração
Um abraço
"quem tem um sonho não dança,,,"