Verso enxerido que se derrama no chão
como mercúrio junta-se de modo mágico
igual meu pântano de sentimentos atávicos
cabeça por cabeça, ágil , em incorporação
Verso intrigante que me desafia o coração
Eu vejo fantasmas pelas paredes que crio
Vem figuras nas sombras que reconheço
e sei direitinho de onde vem e quem são
Quando eu cruzo o meu olhar com o seu
Mesmo ali , tenho pavor de vê-lo partir
Ir embora com quem eu de verdade sou
com tudo que o seu amor puro me deu

Ir c/ quem d verdade sou. Nossa, amei.
ResponderExcluiracho q já foram. rs
Bjs
Obrigada por sua visita e contribuição nos "Diálogos Poéticos".
ResponderExcluirJá postei lá seu poema.
Bjs.
Iane, meu verso na tua casa!!!! fiquei orgulhosa, contente como quem leva o filho pela primeira vez ao colégio...
ResponderExcluirBjos