As vezes eu tenho pena do jeito que você ama
de como transborda e nem se proclama
do clube dos românticos inveterados
sem ossos , sem dureza, invertebrados
Acho de uma covardia essa perdição
uma espécie que suga como esponja meus lagos
Eu me desoriento de amar todo mundo
para amar só uma figura por exceção
Eu não me conformo e me desalinho no mapa
de todos os seus astros me ponho em quadratura
Quero toda a altura do meu céu sem alforria
ser o trânsito que escapole os rastros para a folia
Não quero ser obrigado a deixar seu olhar tonto
Olhar cego , compreensivo e enfeitiçado
Não quero ser destronado por um fulano qualquer
Quero estar exuberante e livre onde você estiver
Assinado: seu verso
.
Pura inspiração astral!
ResponderExcluirAmor na dose certa é o ideal libriano, mas Peixes ama de ponta a cabeça, se esparrama que nem onda se derramando de amor nos braços da areia da praia. É nessa loucura de altos e baixos, de carências e excessos que flui pela corrente sanguínea, bombeando alegria no meu coração.
Beijokas
San
Que lindo poema! Obrigada pela visita e comentário. Volte sempre que quiser! :-)
ResponderExcluirMeninas, meu amor e meu verso estão sempre de ciuminhos comigo, rssssssQuerem os tais atenção total , tudo para desconcentrarem de mim totalmente e se desmontarem como num jogo de lego : trocando cabeças, colocando rodinhas e fazendo naves espaciais,rsss
ResponderExcluirSão três figuras que convivem nesse puxadinho: eu, meu amor, e meu verso e os três convidam vocês a sempre estar por perto.