Agora, dá de comer ao ninho
antes, voava devargarzinho
até repousar meu destino
Minha calma aqindo torta
batendo as asas furiosamente
num mesmo altar de sempre
insensata amou outra porta
Vejo o beija flor franzino
todos os dias calar a flor
deixar-lhe aberta, em mina
de água, prazer e torpor
Eu preciso testar meus passos
aos meus voos inexatos ensino
digo que me perdoem os laços
vida! para ti abro os braços com ânimo

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