nada sentir sobre sentimentos alheios
ver um bebê cobrir de seios suas algemas
e nem por isso escapar sua impotência
contra um sorriso que se ergue impune e saciado
Libertado dele e da fome de elegância que o une
a mãe, o filho, o tempo e oque é esperado
Não vejo nisso nenhuma poesia, senão alimento
Se me encanto com uma cena daquelas
é por que o vento derramou mais cílios do que devia
nos olhos que param e desviam sem consentimento
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Fico feliz quando você comenta