
Convido você que me olha em branco
tão ávida a espera de alguma tinta
que se revele mais apta, menos extinta
que só me arrebate de vez em quando
Horas outras que me venha bem morta
e não espalhe meu mais tímido pranto
não abra minha porta nem meu canto
e se guarde que minha alma ainda volta
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